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Lançamentos imobiliários: otimismo para o segmento de construção



23 de abril de 2019

É inegável o crescimento nas vendas de unidades residenciais. De julho a setembro do ano passado o aumento dessas vendas cresceu 23,1% no Brasil. E melhor ainda, os lançamentos ultrapassaram as vendas. Estes tiveram crescimento de 30,1% se comparados a 2017.

São ótimas notícias e bons números, sendo que o melhor tudo é que no próximo semestre há previsão de uma melhora ainda maior. Veja porque o segmento da construção civil está ganhando tanta força.

Oportunidades e muito otimismo para construção civil

Toda indústria enfrenta flutuações e mudanças ao longo do tempo. Construção não é diferente. Na última década, a construção (como quase todos os setores da indústria) atingiu um sério obstáculo quando a economia caiu em 2008.

Desde em então construção residencial e comercial luta e tem estado de recuperação. Além de fatores econômicos, que desafios as empresas de construção veem quando planejam o futuro para este ano e na próxima década?

Muitos! O crescimento de longo prazo para a construção mudou nos últimos anos, impulsionado de várias maneiras pelo crescimento em outros setores da economia.

Esse crescimento beneficiou não apenas a construção residencial, mas também o setor imobiliário, levando os profissionais do setor a terem uma perspectiva mais promissora para o futuro

Um dos fatores que impulsionam esse crescimento é o aumento de construções inteligentes. Considerando que apenas alguns anos atrás, as tecnologias não eram empregadas com excelência, agora toda tecnologia é benvinda para aperfeiçoar a forma de trabalho e otimizar os processos.

Mercado na construção civil gerando empregos

Espera-se que o número de vagas de emprego para construção nos próximos quatro anos até novembro de 2019 seja alto. As perspectivas de emprego para esta ocupação mantiveram-se relativamente estáveis nos últimos 3 semestres e aumentaram fortemente a longo prazo, o emprego para os engenheiros até novembro de 2019 deverá crescer fortemente.

Os ganhos médios para este trabalho são altos e as oportunidades estarão disponíveis na maioria das regiões. Os gerentes de construção são empregados principalmente nos setores de construção, profissional, científico e técnico e manufatura.

Oportunidades de carreira na indústria da engenharia também deverão aumentar fortemente nos próximos anos, especialmente para profissionais com formação e experiência em construção civil.

Pra quem está estudando, o futuro promete. É a oportunidade de aprofundar seus estudos para completar um aprendizado dentro da indústria. Este aumento nas perspectivas de emprego a cada ano é devido a trabalhadores da construção civil com experiência se aposentando.

E falando de geração de empregos. Mestre de obras, pedreiros e demais colaboradores podem preparar carteiras de trabalho, pois os cargos para esta ocupação aumentaram fortemente nos últimos dois anos e continuará a subir moderadamente no longo prazo. Como uma ocupação muito grande, as oportunidades devem estar disponíveis na maioria das regiões.

Descubra a importância do BI para o mercado imobiliário e da construção

O mercado promete algo especial para quem é digital

Ainda nessa linha de geração de empregos, empreiteiros grandes e pequenos estão percebendo que é hora de se adaptar ou ficar para trás. E isso significa que os próximos anos verão uma enorme onda de digitalização e inovação entre as empresas de construção.

Com o a computação em nuvem emergindo como o veículo preferido para operações de negócios em todo o mundo, as empresas de construção estão atualizando seus sistemas de software de gerenciamento de negócios e operações de acordo.

Com plataformas de ERP integradas baseadas na nuvem, que fornecem o veículo para os empreiteiros usarem os mesmos conjuntos de dados em todo o back office, equipes de campo e de projeto inteiras, departamentais estão sendo demolidos e projetos estão sendo executados em tempo real, com dados acionáveis.

Esta digitalização também elimina o papel e os processos manuais por toda parte, economizando tempo, mitigando riscos e erros e melhorando a produtividade e a lucratividade.

O consumo de imóveis residências cresce

A CBIC fornece dados precisos e otimistas para o setor imobiliário nos próximos anos. Em sua pesquisa de indicadores imobiliários nacionais podemos extrair o seguinte:

“De fato, o que se pôde observar em 2016 foi um esforço importante de queda de oferta de unidades residenciais lançadas, menos que um esforço de lançamento de novas unidades. E, nesse sentido, a estratégia foi oportuna: houve uma diferença de 18,2% entre lançamentos e vendas, isto é, foram vendidas mais de 13 mil unidades residenciais a mais do que foram lançadas em 2016.

O último trimestre de 2016 termina com quase 6 mil unidades a menos que o registrado no início do ano, totalizando, em dezembro de 2016, 129.207 unidades residenciais verticais em oferta. Mas, enquanto os lançamentos representaram 46% da oferta final em 2016, as vendas totalizaram 56,2% desta mesma oferta, indicando o consumo de estoque.

Em quase todas as cidades pesquisadas, com exceção (por pequena diferença, registre-se) da Região Metropolitana de São Paulo e de João Pessoa, as cidades avaliadas apontaram mais vendas que lançamentos, com uma grande queda do estoque, em alguns casos notáveis.

De forma ampla, os lançamentos imobiliários apenas crescem no último trimestre de 2016 —com 35,3% dos lançamentos no ano — provavelmente já refletindo uma pequena retomada da confiança das empresas, após o impeachment e o início do programa de reformas legislativas.

As vendas, por sua vez, mantiveram pequenas variações trimestrais, porém ao longo de todo o ano a oferta foi sendo absorvida, muitas vezes com grandes esforços promocionais.

Este levantamento também aponta que o mercado imobiliário nacional, em que pesem suas diferenças regionais, é majoritariamente composto de unidades de 2 dormitórios. Tal fato pode refletir, evidentemente, não apenas aspectos de modificações demográficas e de padrões domiciliares brasileiros, mas também, seguramente, a forte oferta de unidades de características econômicas, sobretudo aquelas destinadas ao enquadramento nas faixas de renda do programa habitacional Minha Casa Minha Vida — que continua e continuará sendo vetor indispensável de crescimento no setor, e essencial para provimento de moradias de qualidade à população brasileira.” (https://cbic.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Indicadores_Mobiliarios_Nacionais_2017.pdf)

Por fim, no meio de tantas oportunidades, vemos o mercado alavancar novamente e temos o imenso prazer de fazer parte disso, trazendo soluções práticas para sua empresa e mostrando quando lucrativas e produtivas elas são.



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